Homenagens 73
Recomendações 83
Homenagens 66
Apontamentos fugazes 219
Recomendações 63
God loves his children / God loves his children yeah
Apontamentos fugazes 199
So how can you sleep?
[Thinking about you, Pablo Honey, Radiohead]
Melhores temas de sempre 1
Creep, Radiohead
Plagiada de uma iniciativa de amigos, organizei uma colectânea das “25 melhores músicas de sempre”. Tenho-me levado à loucura da escolha porque 25 é uma selecção muito restritiva e há um conjunto reduzido de bandas que, por si, preencheriam todos os lugares. Anyway, horas e dias e semanas de re-audições de discografias inteiras: finalizei há momentos a minha escolha. E vou mostrar-vos aos bocadinhos qual é.
E só poderia começar assim. O expoente da desadequação, da beleza estética e da "verdade" artística.
I wish I was special/…/ but I’m a creep/ I’m a weirdo/ what the hell am I doing here/ I don’t belong here
I don’t care if it hurts/ I wanna have control/ I want a perfect body/ I want a perfect soul
Creep, Radiohead, Pablo honey, 1993
Recomendações 24
O que eu achei no youtube… uma pérola
by Radiohead, from In Rainbows
Homenagens 25
Karma Police
Muitos dos meus dias são assim
[Radiohead]
Karma Police, I’ve given all I can, it’s not enough
I’ve given all I can, but we’re still on the payroll
(…)
And for a minute there, I lost myself, I lost myself.
Trivialidades 99
so how can you sleep?
Pensamentos líquidos 63
Radiohead vistos à luz do novo álbum
Muitas coisas merecem ser escritas após reflexão. Mas se se pensar muito, perde-se a oportunidade. E eu já estou atrasada. E logo depois da minha última homenagem.
Há algum tempo atrás ouvi que os Radiohead não tinham editora para o novo álbum. Puzzlement. Rumores. Nos meus dias em Londres descobri finalmente. Atrasada. Mas finalmente.
Há uma semana atrás, os Radiohead anunciaram que o seu novo álbum «In rainbows» estaria disponível no seu website a partir de 10 de Outubro (amanhã). Sem editora pelo meio. Sem nada, para além dos cinco magníficos, e uns advogados, creio. Qualquer pessoa pode abrir o site e comprar o álbum (download ou discbox). Isto já é curioso. Mas é só a ponta do iceberg. É que os 70 % abaixo da água dizem que o preço (no caso de download) é decidido exclusivamente pelo comprador. E pode ser exactamente igual a 0£. Sim, é verdade.
É por isto que este deveria ser um post com mais reflexão porque não sei muito bem o que acho disto. Foi uma decisão dos Radiohead, consciente, decerto, logo não posso achar mal. Mas o modelo de distribuição? Bem, aqui ainda é fácil, porque detesto, visceralmente, pensar que quem tem a parte artística, criativa, de algo pode ganhar menos (ou o mesmo ou até pouco mais) do que quem distribui ou promove. Portanto, se não querem ter editora, apoio. Não funciona para todos, é certo. Mas, claro, funciona para bandas como os Radiohead. E, a parte mais curiosa, o preço? Sobre o preço não sei. É que é demasiado tentador pagar… nada. Mas um preço livre também permite pagar o preço justo. Mas determinado só pelo comprador.
E agora todos…
- “Cara F., quanto é que vais pagar pelo álbum?”
Provavelmente nada pelos downloads. É que eu sou uma rapariga que gosta de coisas físicas. E quero mesmo a discbox. Ah… E também sei que vou pagar o preço que me pedirem por um bilhete para um concerto deles. Porque ouvi dizer que se aproxima uma tournée fantástica em 2008.
Homenagens 18
Escrevi vários posts, que nunca publiquei, sobre os Radiohead. Porque o post sobre os Radiohead teria que ser “O post”. Teria que ser perfeito. E achei que, de alguma maneira, tinha só uma oportunidade para o conseguir. Mas esta tarde reconsiderei. Posso começar por vos dizer coisas, sem escrever “O post”. Porque esse vai ter que ser perfeito. Vou ter que o afinar, aperfeiçoar e, eventualmente, nunca o postar.
Ainda assim, aquilo que tenho para vos dizer hoje é suficiente para perceberem o que os Radiohead são para mim. E só preciso escrever duas coisas.
1. Se me exigissem que mantivesse, no mundo, só uma banda / um músico / um compositor, sem que mais ninguém pudesse “musicar”, eu deixaria os Radiohead.
2. Tenho, semanalmente, que entregar a resolução de um problem set de matemática. Detesto ter que os fazer porque não os percebo (nem os exercícios resolvidos sei, paradoxalmente, resolver). Quando me sentei, hoje ao início da tarde, para essa tarefa ingrata, depois de ter escolhido o CD que me acompanharia, disse «Não pode ser menos que Radiohead, só eles tornam este martírio suportável».
E ouvi o Ok Computer três vezes seguidas.
[Radiohead – Let Down]